"Como a minha própria experiência vivida adquire, para mim, o sentido e o valor de ser, existir na sua forma temporal e no seu conteúdo temporal idênticos? O original não é mais, mas nessas representações repetidas, e por meio delas, retorno a mim tendo a evidência "de poder sempre proceder ao acaso". Mas essas representações repetidas formam, evidentemente, elas mesmas, uma sucessão e são separadas umas das outras. Isso não impede que uma síntese identificadora as ligue, acompanhada de uma consciência evidente do "mesmo", o que implica uma mesma forma temporal que não se repete, preenchida com o mesmo conteúdo. Portanto, o mesmo significa aqui, como aliás em toda parte, objeto intencional idêntico de experiências distintas, imanente a elas, pois somente a título de irreal (de não ingrediente)." (p. 140).
Destinado a reunir "notas e comentários" sobre minhas pesquisas em filosofia da psicologia e temas afins.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Temporalidade e Identidade na experiência vivida do eu
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